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No meio de greves, críticas de lado a
lado e tanta desesperança, me parece que há uma unanimidade: Analise de Jesus
da Silva. Como toda unanimidade é burra, gasto um
tempo para me dizer estarrecida com a postura da colega na última assembléia
da categoria: Analise se dizia entrando no movimento NAQUELE DIA. ESTAVA
ENTRANDO EM GREVE NO ÚLTIMO DIA DA MESMA e mesmo assim, pegou o microfone
PARA DEFENDER À VOLTA AS AULAS. Pronto, está explicado objetivamente
porque Pimentel não relutou ao nomear Analise para o Conselho. Outro ponto interessante é que no CM,
segundo relatado nas atas do mesmo, ela gastou um sem número de reuniões para
discutir e defender a liberação da presidente (que só por coincidência era
ela). Outros tantos assuntos seríssimos não tiveram o memso destaque. A Nossa
greve mesmo não teve esta abertura nas pautas. Não foi feita a denúncia da realidade
dos trabalhadores em educação, e quando aconteceu, não o foi pela presidente.
Como ela mesma diz (está em ata que li nesta semana) ela não era
representante dos trabalhadores, mas presidente para todos (não é literal mas
é o sentido). Na minha avaliação, quem é presidente "para todos"
não é para ninguém. Na verdade faltou foco, faltou vontade política de fazer
com que o CME fosse palco de nossa luta. Falo como professora que nunca quis
se candidatar, embora o incentivo dos colegas de escola. Terminada a greve, sobraram o sindicato
e a SMED arranhados e criticados. Analise posou no último dia de greve como
aquela que trouxe, FINALMENTE, o bom senso e o equilíbrio ao movimento. Não
caiu. Ou caiu para cima. Chegou a salvadora, respiravam aliviados os
defensores do fim da greve quando a viram se aproximar do microfone. Faltou tudo neste tempo cinzento. O que não faltou neste tempo todo foi a
visão política e senso de oportunidade por parte da sobrevivente Analise. Querida, pense bem. |
Representasse a si, e desmerecedora seria até de reles alusão... Vontade própria houvesse-lhe e face teria... Toda quadrilha tem os seus aviõezinhos, aqueles que trazem os papelotes e levam a grana... e aquelas até que morrem por seus paisinhos... e ademais, serviços outros lhes prestam... Divers@s del@s serviram-lhes, até no por eles sofrerem as nossas vergalhações, em nome de permanecerem sob o seu jugo-acobertador-de-carguinho... sim sabemos que são aquel@s que a qualquer novidade célere comunicam-nas, mesmo que afonsinhos... Como agora o faz, buscando conspurcar a imagem de Analise. Porque pessoa de nenhum caráter, por vereda outra que não a da ignomínia, e da anomia por anonimia, haver-se-ia de desandar... Cai-lhe bem a alcunha de Escória... Divergências várias as tivemos, e certamente outras advirão, que ainda passados não somos, Analise e eu. Próprio dos que opiniões as temos, nossas, e não as dos interesses momentâneos, pragas politiqueiras que grassam e medram nos meios Traidores. Oposições são peculiares aos que vivem, mas nunca àquel@s que perpassam a vida sem chegarem a ser... As Academias deveriam sobre-avaliar como podem sobre-titular e apresentar à sociedade tais espúrias formações... seria de efeito profilático aos parcos recursos das Universidades públicas, absolutamente impróprias são tais, mormente à convivência nas plagas educacionais. Mui jus fazem aos lugares-tenentes aos quais se reportam. E nisto dá ao servirem-nos de paus de batalhas, a bem espancarmos os biltres por cujos zelos humilham-se a babar as barras do Alcaide. Quem mandou não passar de nanocéfala nanoserviçal... Pequenez até na audição, pois que do que ouviu pouco assimilou (se em boa fé o pudesse), o que certamente não lhe cabe. Ah... ocorreu-me agora, que as pintas as têm, pelo sotaque talvez, o serem habitantes de lá, acoitad@s, de Vila Lixeira... Não lhes parece a todos, relembremos, a falas de Carlos de Tal. Outra faceta de que me enojo, pela hipocrisia latente... Querida! |
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Klauss Athayde, 17/06/05 RG 10.324.924 SSP/SP ; |