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u e r ra |
As leituras que nos cobram como
deficientes em nossos alunos, provam-nos os desenhos aqui reproduzidos, serem outras as leituras, estas sim apequenadas, em mentalidades com entendimentos arcáicos. Da distante Vila Pinho, distante do quanto sabemos sobre suas jovens cidadanias e dos seus entendimentos do mundo, nos fazem eles sentir quanto estão próximos da origem de nosso letramento, na então mui próxima Mesopotâmia. Honro-as com meus poemas. Klauss, 15 de julho de 2003. |
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Em tal caos
ao meio, que de tudo faz feio, durante mil rajadas, em ruindo fachadas, sob fogo grunhindo, e a criança sorrindo! |
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Tu es o culpado... - Não sou danado... - De te nada quero... Iguais no tal lero... e neste pungente, chora o nascente! |
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Qual
mais se faz? O fazer que apraz somente coveiros e talvez armeiros, ou... de tais iguais nos todos jornais. |
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Não
é um rojão, que vem ao chão qual fosse festa, que céu infesta! Do sul ou norte: chove... a morte! |
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Duas bandeiras... tão bem faceiras, disputam o poder, com todo o arder, sem se importar... a um Deus olhar! |
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Logo n'
oriente, donde nascente aos tais Magos, veio em afagos, cometa de luz... O que ora seduz qual aquele não; sem compaixão, nem tem a graça, reluz a desgraça! |
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Surpresa seria ou u'a iguaria? num presente... só um demente noutro pensar... ao nó desatar... |
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Nem fossem Golias tantas tais alegorias narradas na história por toda sua glória; 'diantaria nada não ante acre comichão n'apertar o gatilho do cavalo tordilho" nem assim igualaria pois a tal cavalaria, nem tem estilingue... mas todos extingue! |
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